Aberto dos EUA foi o primeiro dos quatro majors que Woods venceu em seqüência
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A exemplo do que acontece em outros países, o golfe está em grande expansão também no Brasil. A diretoria da Federação Paulista de Golfe e as federações dos Estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná estão desenvolvendo diversos projetos, que além de tornar o esporte mais conhecido, contribuirão para criar novas empresas e gerar novos negócios. A reformulação do golfe no Brasil está baseada nos seguintes itens:
Brasil possui 62 campos de golfe oficiais, mas, num crescimento nunca visto, cerca de 30 a 35 novos campos estão em construção, em projeto ou em estudos.
O golfe está sendo introduzido na USP. Em data a ser definida será realizada uma clínica no CEPEUSP - Centro de Práticas Esportivas da USP, aberta a um público-alvo de 80 mil pessoas, entre professores, funcionários e alunos. O projeto-modelo que está sendo desenvolvido pelo CEPEUSP, a FEDERAÇÃO PAULISTA DE GOLFE e a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PROFISSIONAIS DE GOLFE prevê, na seqüência, a realização de um seminário e curso de 60 a 80 horas, com certificado da USP. O projeto-modelo será encaminhado a outras universidades do país.
Estão em fase de finalização de projeto campos públicos de golfe em São José dos Campos/SP, na cidade de São Paulo/SP e um em Curitiba/PR. Os campos disporão de tacos, bolas e outros acessórios, para que qualquer pessoa possa praticar o esporte. Empresas especializadas serão criadas para administrá-los, gerando novos empregos.
A Federação Paulista de Golfe desenvolve um programa denominado Golfe no Parque, levando o esporte aos parques públicos de São Paulo, com excelente repercussão.
Em diversos países, campos de golfe estão sendo construídos junto a mananciais de rios e represas. O objetivo é oferecer uma nova opção de lazer à população e preservar essas áreas de forma permanente. O Brasil também estuda essa possibilidade.
O turista-golfista consome, em média, oito vezes mais que outro turista. Por isso, as grandes cadeias de hotéis internacionais têm procurado, cada vez mais, investir em empreendimentos onde possam, também, construir um campo de golfe para os hóspedes.
Em diversos locais é possível jogar golfe sem ser sócio de um clube. Por exemplo, bater 50 bolas custa R$ 10,00 reais. Jogar no campo, durante cerca de cinco horas, custa R$ 60,00 etc.
Os eventos do PGA e Senior movimentam mais de 800 milhões de dólares de bilheteria. Quarenta torneios desses circuitos dão entre um e dois milhões de dólares de prêmios.
O ranking final dos prêmios pagos em 1996 revelam números impressionantes. No PGA Tour, os nove primeiros colocados faturaram acima de um milhão de dólares. Tom Lehmman, o primeiro colocado, recebeu US$1.780.158,50, quebrando o recorde de prêmios ganhos por um jogador em uma só temporada, que pertencia a Greg Norman, que em 95 havia faturado US$1.654.959,00; Scott Hoch, nono colocado, recebeu US$1.039.564,19; o vigésimo colocado, Michael Bradley recebeu US$820.825,46. O fenômeno Tiger Woods, que nos próximos anos tem contratos de patrocínios que somam US$60 milhões de dólares, ficou na 24ª colocação, com US$790.594,00, e disputou apenas oito torneios (US$99,000 por partida), a melhor média a entre todos os profissionais da temporada. Entre as mulheres, os prêmios superaram um milhão de dólares. No LPGA Tour, a líder Karrie Webb faturou US$1.002.000,00. A segunda colocada, Laura Davies arrecadou US$927.302,00, e a terceira colocada, Annika Sorernstan, US$ 808.311,00. O PGA Senior Tour, para jogadores acima de 50 anos, premiou nove jogadores com valores acima de um milhão de dólares: Jim Colbert, o líder, faturou US$1.627.890,00; Graham Marsh, o 9º colocado, recebeu US$1.024.290,00. No European Tour, o líder Colin Montgomerie recebeu 875.146,00 libras e o 20º colocado, Jonathan Lomas, 236.322,00.